A dourada a razão da certeza
E andar sobre simples senso comum, adiante
nada mais a fazer
Quando nada é feito, mas
Eu posso ver
O dia cinzento brilhante
em que a areia era de prata e envolveria nosso pés gastos
Eu posso ver
O dia brilhante da vargem
Até à frente
O agradável cheiro de apatia
Uma eterna paz da mente que vem com o pêndulo que descansa
Esmagamento pelo pára-brisas
Eu posso dizer
O dia em que a mãos se fecham para seu próprio suor
quando não são luzes que nos cegam
Eu posso ver
O dia brilhante da miragem
logo a frente
Poderia me dizer onde vamos estar
Quando a luz está levando tudo
Poderia me dizer onde vamos estar
Quando não é a luz que nos cega
domingo, 22 de março de 2009
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