Eu não sou uma forma qualquer aos contornos incertos
Com um olhar triste um tanto arrogante
Eu avanço às cegas e sou de lua
Um quarto sem janela com vista para os meus pés
À força de mau entendidos eu sou mal entendido
Ver isso novamente me torna hostil
Eu não fumo mas parto em cinzas
Quanto tempo ainda terei que esperar?
Eu a entendo bem frequentemente o murmúrio da noite
Levo à minha testemunha o cimento dos muros danificados
E lhe prometo beleza mas ela se sente muito feia
Em frente da sua fotografia com a andorinha da cidade colorida
quarta-feira, 11 de março de 2009
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