Quando os campos ficarem secos assoviarei para o meu lar
Eu irei manusear velas rumo o sul
Eu não pretendo planejar onde meus pés vão descansar
Eu não pretendo planejar minha leitura diária
Mas pretendo te trazer ao meu lar que são as estradas
Como o sereno de cada manhã, seus olhos é chamativo
Com você deixarei a rotina sobre o criado mudo
Por que tudo o que quero mantêm a distância de meu tapete de boas vindas
Nossas intenções é que o passado mantenha-se onde esta acomodado
Muito distante, vozes para surdos, eu não gosto de estar entre eles
Muito distante, passagens custam caro, o tempo é curto, quando os ponteiros nunca param
e você ainda espera
As luzes piscam em seus pedestais enquanto estou a vagar
Entre o silêncio e o tumulto ouço você chamar
Mas não sei onde estou, prefiro caminhar com minha sorte
E se eu chegar em casa, irei somente descansar
domingo, 30 de agosto de 2009
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