Vigor para colidir estes corpos
cortejando a noite percebemos o quanto envelhecemos
não carregamos nada além de nossos ombros
o alívio de ponteiros que batem em encontro
Águas que sussurram para marinheiros
decolam de uma vela
natação deixou seu manuscrito
A última coisa que nós vemos
é como luzes em nossas cordas
e o relógio está girando fora de forma
Uma fotografia de costas
um túnel se encolhendo
nenhum amor maternal sendo envolvido
No início de tudo
Não tente
supervalorizar estes planos
Eu estou roubando
o sopro do vento em suas costas
Depois das terras que obtemos
não se atreva a cair
sobre as brasas que você traga
nem sequer ajoelhe-se a quem te alimenta
As latitudes de uma imagem em seu quadrado
seria somente um refúgio comemorativo
eu posso ser um borrão em escrituras
ou o herói que diz... "olá minha querida"
Você pode salvar a si
de nossas sepulturas
poderiamos retirar nossas queixas
e cobiçar a realizaçao de uma vida
Estamos sendo incriminados por nossas hesitações
Através da terra cultivamos,
como podemos dar o nosso amor
E tornar nossa capital.
Se pudéssemos ver mais do que nós acreditamos
Então nós acreditariamos
Se a terra te engolir
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário