quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Errantes

Berros, controle - se por um instante

Você encontra - se em reflexos de comôdos
seja atencioso ao seu vício
Arruinando a inôcencia, esta fixação
E minhas deseventuras são encontradas dentro de meu lar

Beleza, a vida que trouxe através...
desta parede de vidro que reflete a alma
Relusente o brilho de satisfação em olhos
Agarrando - me em igualdades, deixo de desafiar a razão
Até que uma noite em que a sombra nos esconde, eu roubo todas luzes do palco
Perdendo o suspirar, este desespero somente poderia lhe fixar a esta prisão de olhos

Protestos, a vida que levo diante de minha boca
Através desta parede de anúncios
Relusente o brilho de satisfaçao em olhos
Sóbrio, agarro - me a razões, as quais questionei

A negação da integridade, suas muralhas estão corrompendo
O que extamente você anseia?
O mal se esconde em seu ego
Sabendo somente de sua ingenuidade, após a divisão
Você caminha sobre a sua própria ruína deste vidro moído
Você olha um rosto que já lhe sorriu
Tão familiar, mas tão distante

Eu percebo
estou a perceber agora, a escolha que temos a fazer
Nós poderiamos cantar nossos sonetos, eu percebo
estamos nos definindo pelo que vemos...
Esta é a necessidade que aprendemos com um novo membro, que não podemos nos apoiar

Não temos escolha

Uma sala que insiti em refletir meus olhos e expressões, estou cheio de mim
eu poderia ser qualquer um, que poderia ser qualquer um
eu percebo agora
eu percebo agora as mentiras em nossos espelhos

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