Não esperamos pela cidade, não há esperança para a cidade.
Há um visitante, que sussurra com seus pés.
Ele acende uma vela e faz seu pedido
E descreve retratos coloridos
Ele vai ter a sua casa
Porém ele se acomoda em arvores expressivas, que possui o nome de velhos amantes.
Suportou muito ao longo das planícies
Mas agora não há esperança para a cidade
Presos, silenciados sendo valorizados.
Quando ele era mais jovem, pequenas ambições em promessas.
Mas foi sendo reciclado
E então, como um bom ouvinte ele teve sua amante.
Que oferecia o bom conforto que somente se obtinha com vinho
Oh sedução, oh sedução, para um rosto em decadência.
Agora ele esta somente vagando com seu olhar inquieto,
Quando não esta a frente do livro com suas bordas gastas por polegares
E nenhuma quantidade de conselhos profissionais poderia salva-lo
Presos, silenciados sendo valorizados.
Distração em telas, nada a fazer.
Viver de renda mínima não é nostálgico
Não tem uso o meu violino atrás da porta
Eu leio todas as manhãs às noticias cinzentas em destaque e peço tão pouco
Mas você não aprecia meu esforço semanal
Não estou alegre
Eu não sou defensivo, estou a dizer por que amo você.
Você sabe que detesto quando seus amigos não dividem a conta
O que é isso e aquilo querido? Oh querido, oh querido... Cale a boca
Não estou contente.
terça-feira, 28 de julho de 2009
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário