expor o rancor
trará o alívio
com olhos tão cansados eles anseiam o comforto do repouso
o pesar os coloca sob o acinzentado que esconde o corte refulgente
como pude ser um tolo ao esperar por algo à mais no horizonte, em meu carcere
onde tudo se veste igual
extraindo o amargo no dia que não voltei a reverenciar o que estava perdido
para contemplar espelhos que diferencia nossas ambições
quando o céu cair em serenidade
sendo o rancoroso
reivindicarei a derrubar muros
aqueles que me separam
no cabalístico das sombras.. o pendulo cintilado se contorce entre minhas maos
o fim da espera não irá remendar tais traumas
eo modo é desprezivel a maneira desprezível pela qual implorei
e continuei a implorar , pelo não silencio
de seus olhos cegos
rezando pelo fim
com unhas dolorosas me agarro a este presente em que o pesar do passado
trouxe apenas a promessas que deveriam ser mais do que nossas gragantas,
a esperança esta se refugiando
rostos estão cansados pela oposição de um sentimento que não podera ser revogado
esperaremos pela serenidade do sono
quando o céu cair em serenidade
sendo o rancoroso
reivindiquei a derrubar muros
aqueles que me separam
assim nos enterramos
pela graça a miséria, seremos protegidos de nossos males, com um olhar fixo pergunto-me:
-seriamos tão despreziveis ao acreditar em milagres?
segunda-feira, 25 de maio de 2009
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