terça-feira, 26 de maio de 2009

Cidade de luzes

Havia no topo da cidade
luzes calorosas,
onde permanecia a conversação
de novos amantes,
e a multidão lhe chamava
com sorrisos convidativos.

Estive agarrado com estrelas, dando - lhes companhia em planaltos.

Distraindo - me enquanto cubria os meus olhos,
mas eu continuava a ouvir seu sorriso familiar
que esquentava - me durante o inverno de julho

para recordar - me , recordar - me teu nome.

Entendiado em um sofá para dois
como se nevasse sob os meus pés, e seu lábio apoiando - se meu ombro
No terraço de edifícios feitos de papel.

No presente mantivemos nossas divisórias,
para nossas camas não serem tão quentes
com o seu cuidado.

No presente permaneceu nossas divisórias.
Em páginas razurava a auto ajuda,
que esteve distante da solução nos papéis.

para recordar - me , recordar - me teu nome.

Enquanto promessas não motivavam para...

para recordar - me , recordar - me teu nome.

Paralelos

Arrastando meus pés sobre estes espinhos

Eu sei que estarei onde sempre ansiei
Manterei como um constante lembrete para me persuadir
por todas as luzes calorosas que mantenho
Dai - me forças para remover este vale
que forma linhas divisórias

Mas foi menos que eu desejava

Rasgos estabalecidos por brumas
blecautes em campanários
renuncio o teu colo

O egoísmo de seu trágico drama
prova - me que você ainda vive,
apesar de ser mantido por um conjunto de desenganos

Aqui estou, onde devo percorrer
A batalha por este caminho árido foi estabelecido antes de minha existência
e assim será... um longo caminho, e sempre soube que não seria fácil

Saiba que o deixo ir
sentindo - se bem para esquecer

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Entregando asas aos demonios

Abraçar esta antiga atmosfera não é razoavel

estou a expor o tesouro de tais demonios
e beijando fantasmas sepultados

pergunte - se:
Por que desejávamos que fosse eterno?

A cada suspirar no vento que toca meu olhar
expulso um male á mais

ao acreditar nisto, a excessão é concreta
mesmo nao sendo por algo que seja sólido

Eu curo males ao dormir sobre o frágil campo
como um andarilho mantenho a buscar
As respostas de pedra

E eu não posso saber se é uma ausencia que você sente integrada aos seus dias
E assim deixarei o meu tormento no campanario
Mas eu não fingirei o velho sorriso cativante, novamente...

Quando o céu cair em serenidade...

expor o rancor
trará o alívio

com olhos tão cansados eles anseiam o comforto do repouso
o pesar os coloca sob o acinzentado que esconde o corte refulgente

como pude ser um tolo ao esperar por algo à mais no horizonte, em meu carcere
onde tudo se veste igual

extraindo o amargo no dia que não voltei a reverenciar o que estava perdido
para contemplar espelhos que diferencia nossas ambições

quando o céu cair em serenidade
sendo o rancoroso
reivindicarei a derrubar muros
aqueles que me separam

no cabalístico das sombras.. o pendulo cintilado se contorce entre minhas maos
o fim da espera não irá remendar tais traumas
eo modo é desprezivel a maneira desprezível pela qual implorei
e continuei a implorar , pelo não silencio
de seus olhos cegos

rezando pelo fim

com unhas dolorosas me agarro a este presente em que o pesar do passado
trouxe apenas a promessas que deveriam ser mais do que nossas gragantas,
a esperança esta se refugiando
rostos estão cansados pela oposição de um sentimento que não podera ser revogado
esperaremos pela serenidade do sono

quando o céu cair em serenidade
sendo o rancoroso
reivindiquei a derrubar muros
aqueles que me separam

assim nos enterramos
pela graça a miséria, seremos protegidos de nossos males, com um olhar fixo pergunto-me:
-seriamos tão despreziveis ao acreditar em milagres?