Divagando sobre o puído do passado, permite que a desconfiança atormente
somente nunca pense, serei cuidadoso contigo.
O silêncio é tão sufocante quanto alto - berrantes
não se aterrorize com o silêncio, seus ouvidos ansiosos
não se aterrorize, estarei aqui durante o cataclisma,
pois voce é quem usa a coroa.
Seus oradores estão soprando,
Você não pode disfarçar, diante dos meus olhos.
Em meus olhos, em meus ouvidos
sábado, 30 de janeiro de 2010
Urso pardo
Eu serei surpreendido com um presente, que não desejo.
Mesmo assim as árvores continuariam calmas,
faça sua decisão com um beijo
talvez eu tenha calafrios, e quando eu voltar para casa
certificarei - me que toda a lama sera deixada no topo do tapete
Pele e tecido, não foi nosso encontro
pense em todas as formas, economizando dias
incapaz de expressar
icontáveis meses, e um empréstimo
O urso pardo agora é capaz de construir um lar
Mãos acenam em adeus, quero que você saiba, o que eu fiz... tinha de ser feito.
Mesmo assim as árvores continuariam calmas,
faça sua decisão com um beijo
talvez eu tenha calafrios, e quando eu voltar para casa
certificarei - me que toda a lama sera deixada no topo do tapete
Pele e tecido, não foi nosso encontro
pense em todas as formas, economizando dias
incapaz de expressar
icontáveis meses, e um empréstimo
O urso pardo agora é capaz de construir um lar
Mãos acenam em adeus, quero que você saiba, o que eu fiz... tinha de ser feito.
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
Inverno
Abertamente lhe digo, estou esperando por mais terrores, afogo tais temores em sua taça de vinho. A noite é tão obscura e muda, mas as mãos fazem o seu bater de letras tão berrante quanto a multidão, e sei, que estamos a anseiar por um outono menos seco, mas agradecemos por nossos lares na primavera.
Deixe eu limpar estas folhas secas, em nosso piso de mármore azul, e sustentar nossa lucidez, em nossos sonhos mais sóbrios.
Não abandonarei seu rosto, não a farei de tola.
Estamos dançando por nossos desencontros, mas ainda temos um dia mais claro com alto-berrantes.
Deixe eu limpar estas folhas secas, em nosso piso de mármore azul, e sustentar nossa lucidez, em nossos sonhos mais sóbrios.
Não abandonarei seu rosto, não a farei de tola.
Estamos dançando por nossos desencontros, mas ainda temos um dia mais claro com alto-berrantes.
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